E mais uma vez eu pensei duas vezes eu vi que o melhor caminho não era simplesmente voltar. Afinal, já perdi as contas de quantas vezes eu voltei, e como era de se esperar eu acabei no mesmo lugar.
Talvez ir além seja mesmo um ponto a ser trabalho neste ser humano que vos fala. Eu nunca vou além, eu não consigo. Chega um hora que os anticorpos falam mais alto, então eu travo. Eu paro. Depois eu choro, me recomponho e vou correndo procurar outra situação que me leve até a minha linha vermelha, pra eu poder chegar bem na pontinha, olhar, cheirar, sentir ela ali e ouvir ela rindo da minha cara mais uma vez.
É então que eu fico sonhando com o dia que eu vou passar por essa linha e nem ver. Eu quero o meu eu de um tempo atrás pra perguntar se naquela época que eu não lembro essa linha também existia, tão ameaçadora e imponente. Talvez naquela época eu não chegasse tão perto quanto eu chego agora.
Mas isso deve ser coisa da minha cabeça, mesmo.